R. Mário Campelo, 700 – Várzea, Recife – PE Entrada
gratuita na primeira sexta-feira do mês, das 10h às 17h
Em Recife, o Instituto Ricardo Brennand transforma uma paixão por colecionar em um universo de arte, história e descobertas. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos.
Com o apoio da B3, o Instituto Ricardo Brennand amplia o acesso a um acervo que reúne arte, história e diferentes culturas, aproximando novos públicos de experiências que despertam curiosidade e convidam a descobrir outros tempos.
Saiba mais: https://www.institutoricardobrennand.org.br/
Sinopse:
Como um simples presente de infância pode acabar dando origem a uma das grandes coleções do país? A história de Ricardo Brennand começa com um objeto pequeno e atravessa décadas de interesse por arte, história e colecionismo até chegar à criação de seu instituto em Recife. Dê o play!
Curiosidade: a primeira coleção de Ricardo Brennand foi a de armas brancas, que reúne atualmente cerca de três mil peças.
Sinopse:
No século XVII, um pintor holandês desembarcou em Pernambuco diante de paisagens completamente novas para seus olhos. O que ele registrou em suas telas ajudaria a criar algumas das primeiras imagens profissionais da paisagem brasileira. Dê o play!
Curiosidade: a obra “Vista do Itamaracá (1637)” é considerada por historiadores e especialistas como a primeira pintura de paisagem a óleo realizada por um pintor profissional em todo o continente americano. Frans Post a pintou apenas dois meses após desembarcar em Pernambuco, quando tinha cerca de 25 anos.
Sinopse:
Sim, existe uma xícara feita especialmente para quem tem bigode, e essa história fica ainda melhor quando surgem mais de mil delas. Conheça uma coleção cheia de formatos, detalhes e soluções para um problema muito específico de outra época. Dê o play!
Curiosidade: as xícaras foram criadas na Era Vitoriana para impedir que o líquido quente e o vapor derretessem a cera usada para modelar os bigodes dos cavalheiros.
Sinopse:
À primeira vista, parece que um julgamento da corte francesa congelou no tempo. Figuras em tamanho real, olhos de vidro e trajes de época recriam uma história de poder, dinheiro e queda que aconteceu durante o reinado de Luís XIV. Dê o play!
Curiosidade: As figuras criadas por Daniel Druet combinam cabeças e mãos de cera, olhos de vidro e corpos feitos de resina e madeira.